Caros confrades do Grupo Atlan,
Esteja conosco a paz.
Segunda-feira, dia 22.06.2009, às 20:00 horas, vamos nos reunir, com a presença do Rogério – Jan Val Ellam no auditório da Escola Pinguinho de Gente,
na Rua Olinto Meira, em frente ao portão de trás do Colégio das Neves.
Será um prazer contar com a sua presença.
Saudações,
Grupo Atlan/Natal
quinta-feira, 18 de junho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
O Livro de Urântia
Para os que desejam estudar O Livro de Urântia, ele se encontra disponível no endereço abaixo:
http://mercy.urantia.org/portuguese/o_livro/index.htm
Também há o blog da enciclopédia de Urântia, que traz informações pertinentes ao que foi comentado em Ubatuba, conforme a colaboração de Cecília Paulauskas:
http://encyclopediaurantia.org/
E para conhecer e/ou participar do site de grupos de estudantes do Livro de Urântia, o endereço é:
http://www.elub.com.br/
Infelizmente, a A Zian Editora não poderá distribuir o livro impresso em português, cuja representação no Brasil é exclusiva da Livraria Cultura.
http://mercy.urantia.org/portuguese/o_livro/index.htm
Também há o blog da enciclopédia de Urântia, que traz informações pertinentes ao que foi comentado em Ubatuba, conforme a colaboração de Cecília Paulauskas:
http://encyclopediaurantia.org/
E para conhecer e/ou participar do site de grupos de estudantes do Livro de Urântia, o endereço é:
http://www.elub.com.br/
Infelizmente, a A Zian Editora não poderá distribuir o livro impresso em português, cuja representação no Brasil é exclusiva da Livraria Cultura.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Turma do evento em Ubatuba - Junho de 2009
clique na imagem abaixo para ampliá-la
Estiveram conosco neste evento:
Estiveram conosco neste evento:Áurea Dierberger; Theo Mendes; Sirpa A. Turumen Mendes; Hitomi Okamura; Célia Paulovich; Shyrlea B. Santos Almeida; Nanci de Araujo Nunes; Assem Ramadan; Neide Pascon Ramadan; Franco Bianchi; Sue Ellen Siqueira de Albernaz; Cyda Domine; Irene dos Anjjos; Lori Schmeling; Afonso Hochreiter; Rute Hochreiter; João Paulo Ming de Camargo; Horácio Augusto Figueira; Ana Lúcia Pinheiro; Thiers Manzano Barsotti; Maria Suzana Carlsson Ribeiro; Elias Bechara; Monica Bechara; William S. Bechara; Aparecida Donizetti Osti; Roseli Bernardo; Waldir Torres; Carlos Albedrto Cordts; Vera Lúcia Cordts; Selton Cordts; Graciela Civolani; Adilson Xavier Leite dos Santos; Luciana Ribeiro Barragin; Miriam Porto Heder; Reinaldo Prado de Albuquerque Mello; Mario A Piccinini; Cássia Piccinini; Felisberto Barbosa; Isabel Moura; Alessandra Fonseca; Claudemir Galvani; Sadia D. Rodrigues Ferreira; Geraldo Camargo; Monica Camargo; Eliseu Consoni; Gerson Reis Jr.; Sergio Ricardo Bonilha Keese; Carlos Augusto Feital de Souza; Tadashi Murakoshi; Margit Wunderlich; Evandro Jorge Freire Lorenzoni; Vania Cristina Pereira da Silva; Yara Claussen; Cecília Paulauskas; Marcus Guilherme Monteiro; Silvia Berndorfer e Glauco De Bellis Silva.
*Nossos agradecimentos espciais a Gerson Reis, que tirou esta e muitas outras fotografias.
Seminário em Ubatuba
Uau!!!
O seminário em Ubatuba com Jan Val Ellam, realizado entre os dias 5 e 7 de junho, deixou os presentes um tanto mais pensativos. Se um dia chegamos a considerar a hipótese de nada mesmo sabermos, isto foi mais que confirmado no dia 6, quando Jan Val Ellam proferiu sua palestra com uma pequena, mas surpreendente parcela da realidade que envolve o não-tempo, a realidade terrena no contexto cósmico e, especialmente, a retomada, após cerca de 600 mil anos, do assunto Rebelião de Lúcifer.
Sentimo-nos honrados pelo privilégio de estarmos lá, é claro! Mas, antes de tudo, e o mais importante, nos sentimos mais responsáveis pela construção de um mundo melhor, a começar pelo mundo interior de cada um de nós.
No desafiante tema desenvolvido residiu um apelo íntimo, sutil, mas imperioso e urgente de nos recolocarmos na posição de agentes do bem-estar comum.
Após ouvir o que foi dito lá, é no mínimo inconsequente persistir no padrão ilusório de vida em que estamos.
É de suma importãncia que todos os que manifestam interesse pelo progresso da humanidade ouçam o que foi dito neste seminário.
Em breve, as gravações realizadas estarão devidamente editadas.
Até lá, fica apenas esse hiato em que ficamos (mentalmente falando) para um meditar profundo sobre a razão da nossa existência.
Um abraço fraternal
Lúcia Roberta Mello
O seminário em Ubatuba com Jan Val Ellam, realizado entre os dias 5 e 7 de junho, deixou os presentes um tanto mais pensativos. Se um dia chegamos a considerar a hipótese de nada mesmo sabermos, isto foi mais que confirmado no dia 6, quando Jan Val Ellam proferiu sua palestra com uma pequena, mas surpreendente parcela da realidade que envolve o não-tempo, a realidade terrena no contexto cósmico e, especialmente, a retomada, após cerca de 600 mil anos, do assunto Rebelião de Lúcifer.
Sentimo-nos honrados pelo privilégio de estarmos lá, é claro! Mas, antes de tudo, e o mais importante, nos sentimos mais responsáveis pela construção de um mundo melhor, a começar pelo mundo interior de cada um de nós.
No desafiante tema desenvolvido residiu um apelo íntimo, sutil, mas imperioso e urgente de nos recolocarmos na posição de agentes do bem-estar comum.
Após ouvir o que foi dito lá, é no mínimo inconsequente persistir no padrão ilusório de vida em que estamos.
É de suma importãncia que todos os que manifestam interesse pelo progresso da humanidade ouçam o que foi dito neste seminário.
Em breve, as gravações realizadas estarão devidamente editadas.
Até lá, fica apenas esse hiato em que ficamos (mentalmente falando) para um meditar profundo sobre a razão da nossa existência.
Um abraço fraternal
Lúcia Roberta Mello
domingo, 3 de maio de 2009
Beleza de alma
"Feliz daquele que crê mesmo sem ter visto".
As palavras de Jesus se referem, sobretudo, à inabilidade humana em ver além do que seus olhos lhe contam.
Assim é muitas vezes com relação a Deus. Há pessoas que, por não vê-Lo, também não creem nEle.
Considerando o estado generalizado de ignorância que marca nossa humanidade, podemos compreender tal lógica. Afinal, são muitas as pessoas que se apoiam apenas em seus cinco sentidos para estabelecer suas crenças e valores perante o mundo.
O contrário, infelizmente, causa um problema bem maior, difícil mesmo de ser aceito ou compreendido: o preconceito entre um ser humano e outro.O mundo tem exibido cenas terríveis de guerras, matanças e desordens iniciadas apelas pelo preconceito de alguém.
Preconceito racial, preconceito cultural ou social... Estamos habituados a ver esses tipos de preconceito por aí. Tão acostumados, que muita vezes nos falta voz à indignação e até a própria inignação.o preconceito da feiura não é tão alarmado, mas é um dos mais comuns. Associamos feiura a muitas outras coisas que rejeitamos, tais: ignorância, pobreza, incapacidade, insucesso e até falta de talento.
O fenômeno inglês Susan Boyle, com muita simpatia e talento, deixou o mundo boquiaberto com seu espetacular talento para cantar.
Não foi a primeira vez que isso ocorreu. Na mesma Inglaterra, no mesmo programa de calouros, Paul Potts também chocoupositivamente o público. Paul deu um tapa com luva de pelica no preconceito daqueles que, vendo a extrema singeleza e aspecto pouco agradável do calouro, não imaginaram que ele poderia surprender executando com excelência comparável aos maiores cantores de ópera que o mundo já viu.
Nessun Dorma ganhou um novo dignificado na voz de Paul, assim como o canto ganhou um novo significado na voz de Susan.
Em verdade, esperamos que a humanidade inteira tenha dado um novo significado à palavra beleza. E, se o essencial é invisível aos olhos, que os corações se abram a toda hora para que nunca mais o preconceito nos prive do olhar sensível da alma.
Para conferir o talento de Paul Petts:
Para conferir o talento de Susan Boyle:
sábado, 2 de maio de 2009
Fim de ato para Augusto Boal
Um dia que nos oprime. Um dramaturgo que se vai deixando saudade e um legado revolucionário em prol dos direitos humanos e da construção de um mundo melhor.
Augusto Boal, carioca da Penha, foi o criador do Teatro do Oprimido. Marcou a história do teatro nacional como diretor, dramaturgo e ensaísta. Nasceu brasileiro, mas seu nome ultrapassou as fronteiras internacionais como aquele que aliou o teatro às ações sociais.
Seu ideal de popularização do teatro foi abraçado pelas escolas, ajudou na recuperação de pacientes mentais e amoleceu até mesmo as grades fortes dos presídios, e continua atuando, nos mais diferentes setores onde a cultura se une ou pode se unir à educação para a construção da verdadeira cidadania.
Um escritor de vanguarda nem sempre compreendido ou aceito. Com sua vasta atuação no Teatro de Arena, em São Paulo, que desde sua fundação pretendeu priorizar peças brasileiras com atores também brasileiros, contrapondo a tendência usual, especialmente, do TBC (Teatro Brasileiro de Comédia), que investia em talentos europeus, notadamente, italianos. A este propósito, Boal somou o seu, de produzir espetáculos de baixo custo para trazer o público de baixa renda para o teatro.
Se a intenção era louvável, os resultados não lhe fizeram jus. Já à beira da falência total, o Teatro de Arena enfim deu a volta por cima com o espetáculo Eles não Usam Black Tie, do jovem ator italiano, recém-chegado ao Brasil, Gianfrancesco Guarnieri.
A partir de então, Boal começou a desenvolver uma direção que preservava cada vez mais a personalidade brasileira.
O sucesso de Black Tie durou 1 ano inteiro, o que permitiu a criação dos Seminários de Dramaturgia, através dos quais se pretendia revelar novos talentos nacionais, tanto atores quanto diretores.
A fase seguinte do Arena abriu espaço para os musicais. A essa altura, a dobradinha Boal e Guarnieri já estava consolidada. Notava-se, então, uma forte influência do dramaturgo alemão Bertold Brecht, no sentido de usar o teatro como veículo para suscitar discussões políticas e sociais.
Com o Golpe Militar de 64, a forte repressão da Ditadura Militar começou, também, a atingir o Teatro de Arena e o trabalho de Boal. Todavia, já crescia em sua mente uma visão política comprometida com o povo e interessada na qualidade da formação do cidadão.
Boal, então, enormemente influenciado pelo trabalho de Paulo Freire, começa a pensar no que viria a ser o Teatro do Oprimido.
Com o Ato Institucional nº 5, o Arena viaja para outros países latinos, inclusive, Argentina. Mas a perseguição no Brasil é clara e dá muito trabalho a pessoas como Boal, que chegou a ser preso, torturado e exilado.
Assim, o Teatro do Oprimido começou a ser desenvolvido no Brasil, em 1971, mas, com o exílio, foi na França que realizou seu primeiro laboratório do Teatro do Oprimido.
O trabalho no exterior ajudou a propagar as ideias de Augusto Boal, que tem suas obras publicadas em cerca de 20 países, inclusive, na China.
Em 1992, foi eleito vereador pelo PT, no Rio de Janeiro. Foi quando criou o Teatro Legislativo, que consistia em pequenas peças que, na verdade, eram propostas e projetos de leis.
Foi consagrado Embaixador Mundial do Teatro e, no ano de 2008, indicado ao prêmio Nobel da Paz.
Em suas palavras, um ideal e uma nova visão para o mundo:
“cidadão não é aquele que vive em sociedade, mas aquele que a transforma”.
Augusto Boal tornou-se cidadão imortal por sua obra, e devemos todo nosso respeito a ele e a tudo que representa.
Em 2 de Maio de 2009, morre Augusto Boal, carioca da Penha, cidadão do mundo. Vitimado pela leucemia, aos 78 anos muito bem vividos e doados.
É um fim de ato. Sai de cena Augusto Boal.
Que Deus o receba nos palcos celestes para que, de lá de cima, os palcos também se iluminem com a presença deste incrível sonhador que através do teatro desejou mudar o mundo.
Augusto Boal, carioca da Penha, foi o criador do Teatro do Oprimido. Marcou a história do teatro nacional como diretor, dramaturgo e ensaísta. Nasceu brasileiro, mas seu nome ultrapassou as fronteiras internacionais como aquele que aliou o teatro às ações sociais.
Seu ideal de popularização do teatro foi abraçado pelas escolas, ajudou na recuperação de pacientes mentais e amoleceu até mesmo as grades fortes dos presídios, e continua atuando, nos mais diferentes setores onde a cultura se une ou pode se unir à educação para a construção da verdadeira cidadania.
Um escritor de vanguarda nem sempre compreendido ou aceito. Com sua vasta atuação no Teatro de Arena, em São Paulo, que desde sua fundação pretendeu priorizar peças brasileiras com atores também brasileiros, contrapondo a tendência usual, especialmente, do TBC (Teatro Brasileiro de Comédia), que investia em talentos europeus, notadamente, italianos. A este propósito, Boal somou o seu, de produzir espetáculos de baixo custo para trazer o público de baixa renda para o teatro.
Se a intenção era louvável, os resultados não lhe fizeram jus. Já à beira da falência total, o Teatro de Arena enfim deu a volta por cima com o espetáculo Eles não Usam Black Tie, do jovem ator italiano, recém-chegado ao Brasil, Gianfrancesco Guarnieri.
A partir de então, Boal começou a desenvolver uma direção que preservava cada vez mais a personalidade brasileira.
O sucesso de Black Tie durou 1 ano inteiro, o que permitiu a criação dos Seminários de Dramaturgia, através dos quais se pretendia revelar novos talentos nacionais, tanto atores quanto diretores.
A fase seguinte do Arena abriu espaço para os musicais. A essa altura, a dobradinha Boal e Guarnieri já estava consolidada. Notava-se, então, uma forte influência do dramaturgo alemão Bertold Brecht, no sentido de usar o teatro como veículo para suscitar discussões políticas e sociais.
Com o Golpe Militar de 64, a forte repressão da Ditadura Militar começou, também, a atingir o Teatro de Arena e o trabalho de Boal. Todavia, já crescia em sua mente uma visão política comprometida com o povo e interessada na qualidade da formação do cidadão.
Boal, então, enormemente influenciado pelo trabalho de Paulo Freire, começa a pensar no que viria a ser o Teatro do Oprimido.
Com o Ato Institucional nº 5, o Arena viaja para outros países latinos, inclusive, Argentina. Mas a perseguição no Brasil é clara e dá muito trabalho a pessoas como Boal, que chegou a ser preso, torturado e exilado.
Assim, o Teatro do Oprimido começou a ser desenvolvido no Brasil, em 1971, mas, com o exílio, foi na França que realizou seu primeiro laboratório do Teatro do Oprimido.
O trabalho no exterior ajudou a propagar as ideias de Augusto Boal, que tem suas obras publicadas em cerca de 20 países, inclusive, na China.
Em 1992, foi eleito vereador pelo PT, no Rio de Janeiro. Foi quando criou o Teatro Legislativo, que consistia em pequenas peças que, na verdade, eram propostas e projetos de leis.
Foi consagrado Embaixador Mundial do Teatro e, no ano de 2008, indicado ao prêmio Nobel da Paz.
Em suas palavras, um ideal e uma nova visão para o mundo:
“cidadão não é aquele que vive em sociedade, mas aquele que a transforma”.
Augusto Boal tornou-se cidadão imortal por sua obra, e devemos todo nosso respeito a ele e a tudo que representa.
Em 2 de Maio de 2009, morre Augusto Boal, carioca da Penha, cidadão do mundo. Vitimado pela leucemia, aos 78 anos muito bem vividos e doados.
É um fim de ato. Sai de cena Augusto Boal.
Que Deus o receba nos palcos celestes para que, de lá de cima, os palcos também se iluminem com a presença deste incrível sonhador que através do teatro desejou mudar o mundo.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Conexão Verde para Jan Val Ellam
Para os interessados em estudar e pesquisar Jan Val Ellam e sua mensagem, estamos alimentando outro blog Conexão Orbum, com o logo em verde.
O endereço é:
http://conexoorbum.blogspot.com/
Neste ambiente, você não poderá se cadastrar ou fazer comentários.
Os textos lá postados fazem parte do nosso acervo sobre Jan Val Ellam.
Qualquer colaboração neste sentido deverá ser enviada para:
www.eventosorbum@gmail.com
ou para:
luciaroberta@gmail.com
Quaisquer comentários acerca do novo blog poderão ser inseridos no campo de comentários deste post.
http://conexoorbum.blogspot.com/
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Os textos lá postados fazem parte do nosso acervo sobre Jan Val Ellam.
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luciaroberta@gmail.com
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quinta-feira, 23 de abril de 2009
Dia Mundial do Livro
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Jan Val Ellam, em suas palestras, disse que assim como nossos corpos precisam de bons alimentos para permanecerem saudáveis e no cumprimento de sua missão, também ao espírito devemos dar bons alimentos. E quais são os alimentos do espírito senão os bons livros, a boa música, a arte em si, a contemplação à obra do Criador...?
Nós, do Projeto Orbum, apoiamos a boa leitura , sobretudo a que possa levar ao espírito estímulos de evolução contínua.
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